O Pécs Pride, organizado por indivíduo privado, foi proibido a 5 de setembro, decisão mantida pelo Supremo Tribunal Húngaro (Kúria), segundo a ONG Hidden Colours. O organizador arrisca até 1 ano de prisão; participantes, multas pesadas.
A proibição segue uma emenda de abril de 2025, permitindo proibir encontros públicos que “promovam ou retratem homossexualidade ou diversidade de género.” Críticos afirmam que viola leis europeias e direitos fundamentais.
Rémy Bonny, da ONG Forbidden Colours, anunciou que participará no desfile proibido em ato de solidariedade e pressão política: “Não podemos deixar Orbán decidir onde a democracia se aplica. Se permitirmos criminalizar o direito de reunião, colocamos em risco o futuro da democracia europeia.”
Organizações de direitos humanos pedem à Comissão Europeia e Estados-membros que apoiem a comunidade LGBTQ+ húngara. Cinco contra-manifestações da extrema-direita foram aprovadas para o mesmo dia, aumentando tensões.














